quinta-feira, 5 de abril de 2018

Eu, eu,eu. Meu, meu, meu...






Cá por casa, andamos numa fase em que muito se ouve "É meu. 
Meu, meu, meu." E a mana responde "É minha, minha...".
Pois é, os dois nesta fase tão egocentrada, em que tudo é eu e meu...
Nem sempre é fácil, mas já nos vamos habituando e sabendo gerir.
Chegam a um ponto em que já nem sabe o que querem. Querem apenas!

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Ser feliz com pouco, mas com muito




Com os filhos passamos a ter certeza de que podemos mesmo der felizes com pouco.
Quando falo em pouco refiro-me a dinheiro, obviamente. 
Porque eles podem ter coisas que não serão necessariamente felizes. 
Do que adianta uma bicicleta cara e gira (para os pais, claro) ou dos bonecos da moda, se não passarmos o nosso tempo com eles para os ensinar a andar, a cair e a levantar?
Do que adianta uma bola XPTO, uma casinha de bonecas linda 
ou um carro telecomandado se for para ficarem em exposição?

terça-feira, 3 de abril de 2018

O sonho




Bem sei o que é um dia após o outro. Sempre iguais. Sempre cheios. Em que fazemos planos para o dia seguinte tentarmos arranjar tempo para planear aquele nosso sonho. Aquele sonho de há muito. Em que pensamos sempre que os nossos pensamentos podem fugir por um bocadinho. Mas depois... entra dia e sai dia e não sobra tempo. Não dá para nada.
E o tempo passa, nada muda. E o sonho continua na gaveta.
De repente, surge uma adversidade. E parece que nessa altura ainda menos possível será.
Mas o importante é não baixar os braços. Transformar essa adversidade em oportunidade. Aproveitar as oportunidades. Agarrar os sonhos com força. Correr atrás. 
Encontrar as pessoas certas. Persistir. 
Enfrentar as adversidades e contrariedades e seguir em frente. 
Batalhar.

Dia internacional do livro infantil





Cá em casa contamos histórias, é como o Vicente chama os livros, histórias. 
Adora livros desde sempre. Não temos o hábito da história para dormir. Excitava-o, ao invés de o acalmar... Lemos a qualquer hora. Quando calha e quando quer. Agora ele já se senta com os livros e “conta” ele as historias. 
Diz-se que devemos contar histórias ainda na gravidez e que, 
se forem sempre as mesmas, depois de nascerem, reconhecerão quando as contarmos novamente.
A Clarinha ainda não se apaixonou. Não tem a capacidade de concentração ou a paciencia de ficar quieta a ouvir... A miúda não sossega! Mas tudo a seu tempo!

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Resultado Passatempo As Tartes da Tia Célia





Obrigada pela vossa participação!
Sem mais demoras, o vencedor é...

Passatempo Blum



Lembram-se desta marca TÃO gira que vos dei a conhecer aqui? Com aqueles brincos e principalmente os anéis que vocês me têm perguntado e dos quais não consigo desgrudar?!?!?
Querem saber a super novidade?!?!?
A Blum tem para vos oferecer este anel do coração!

quinta-feira, 29 de março de 2018

Igualdade de género




Vi este vídeo aqui, onde colocam vários casais de meninos e meninas a desempenharem a tarefa de separar bolas azuis e rosas. No final, para recompensa, entregam um copo de gomas cheio para os meninos e a meio para as meninas (gomas... o açúcar como recompensa?!? Sério?!?! Mas isso é tema para outra conversa!). Depois explicam-lhes que a recompensa da menina é menor por ser menina. Esse também é um ponto de análise. É diferente dizermos que o menino tem uma recompensa maior por ser menino. Estaríamos a dizer que há vantagens em ser-se homem. Mas ao dizermos que a recompensa é menor por ser menina, incutimos que há quase um castigo, porque ser menina é algo negativo . Não que advenha daí reações negativas, tais como a do exemplo do exercício, mas estamos a incutir nas crianças que ser-se mulher é mau, por si. Depois vemos as reações das crianças a entenderem que desempenharam a mesma tarefa, que a recompensa tem de ser igual para ambos e, caso contrário, será injusto. Eles próprios resolvem o problema e dividem “irmãmente” as gomas. No final nos perguntam porque aceitamos isso, se as próprias crianças não o aceitam.
Aceitamos porque passamos a vida a ouvir isso. Porque nos habituámos a ouvir e calar. Porque uma mentira muitas vezes repetida se torna verdade. Não vamos mais permitir que essa mentira se enraíze em nós, em nossos filhos. Meninos e meninas são diferentes. Mas isso não importa. Porque não têm de ser iguais. Mas as suas oportunidades têm de ser iguais! Os seus direitos têm de ser iguais! As suas obrigações têm de ser iguais!