domingo, 21 de janeiro de 2018

Dicas para (re)iniciar uma alimentação equilibrada e exercício físico





Falei-vos aqui sobre motivação e como os nossos hábitos e estímulos nos podem influenciar.
Depois de alguns dias de ponderação, enchi-me de vontade e comecei a
preparar-me para esta nova fase. 
Sobre o exercício físico, a ideia é fazer, no mínimo, 30mn de passadeira por dia e fazer o que quer que seja todos os dias. A ideia é por o corpo a mexer! Não me vou exigir muito, para não ser incumpridora, mas a obrigação dos 5 dias por semana vai tornar-me mais regrada.  Há estudos que demonstram que é mais eficiente fazermos treinos mais curtos e diário do que mais longos e espaçados. Depois, tentar ser regrada ao longo de três meses (temos tempo suficiente até ao início do calor!),  já que sabemos que ao habituarmos o nosso corpo ao longo de três meses ao exercício físico vamos viciá-lo e o corpo vais sentir falta e "pedir-nos" se pararmos.
Em relação à dieta (regime alimentar), eu como bem. Quando não ando nesta fase do disparate, como de forma bastante saudável. Mas, agora, voltar ao meu regime alimentar depois desta fase terrível de disparates não estava fácil. 

Facebook



Parece que o facebook resolveu mudar o seu algoritmo, de modo a que vejamos mais as páginas dos nossos amigos e menos as que fizemos like... 
Assim, posso publicar imensas coisas e vocês não conseguirem ver no feed...
;o(

Mas há como solucionar isso!
Basta irem aqui, clicarem em SEGUIR e seleccionarem "VER PRIMEIRO".
Bora lá que tenho muito para vos contar...
;o)




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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Motivação



Depois de termos perdido o primeiro bebé e de termos decidido que iríamos voltar a tentar, estava numa fase complicada, em que havia muitas emoções a serem trabalhadas em mim e uma motivação que tinha de ser gerida com o medo. A ansiedade estava a apoderar-se de mim, como se
estivesse a viver numa fase da minha vida que era uma espécie de limbo.
Era um período de passagem, que eu não sabia quanto tempo iria durar e como
tudo se iria resolver, mas que precisava ser vivido da melhor forma que conseguisse. 
Essa época me ensinou muito!
Sobre mim, sobre a vida.
Sobre ser capaz de esperar.
Sobre acreditar.
E uma série de outras coisas!
Mas foi uma altura difícil de viver. De digerir e gerir.
Precisei de ajuda. Cheguei a ter algumas consultas de psicologia, que me fizeram bem para falar de tudo o que sentia. Precisava de me expressar. Foi também nessa altura, e para isso, que surgiu este blog (que ainda era só meu nessa fase). Mas faltava-me aprender a seguir em frente... Viver o dia a dia. Descobri, meio por acaso, um curso, que não me lembro ao certo o título, mas era sobre coaching, PNL e alto desempenho. Dei uma vista de olhos no programa e achei que era aquilo mesmo de que precisava. Atirei-me de cabeça. Era a única que lá estava em busca de desenvolvimento pessoal e não (só) profissional. 

Compromisso público



No seguimento deste post de ontem e aproveitando o embalo do início do ano, 
resolvi escrever este, muito em jeito de compromisso comigo mesma, mas também um compromisso público. Quando nos comprometemos com alguém deixamos de ser só nós a sabermos quando falhamos e isso nos dá maior força para continuar (nem que seja pela vergonha de falhar...). 
Mas também não adianta de nada nos comprometermos com os outros se não estamos comprometidos connosco, em primeiro lugar e verdadeiramente.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

A ansiedade e a comida



Poder estar em casa com os miúdos e acompanhar o seu crescimento nestes primeiros anos é maravilhoso e um grande privilégio! Não o trocava por nada!
Mas a verdade é que passo muito tempo em casa, muitas vezes de pijama, em meio ao caos que é a vida de mãe doméstica. Passo muito tempo sem conversas com colegas, sem ver rua, sem ver pessoas, sem conviver, sem pausas, com almoços em 5 minutos... Acabo por me sentir isolada, atulhada de afazeres sempre iguais, que nunca acabam, que duram 24h/dia, mas que se prolongam para o dia seguinte e no dia seguinte é "vira o disco e toca o mesmo"....
Sou uma pessoa ansiosa por natureza, dada a viver um pouco no meu mundo de fantasia, onde busco a harmonia e a felicidade através de expressão criativa, de pesquisas, de ideias. Mas o tempo para isso não existe já há muito. Sei que esta fase mais complicada vai passar e é a isso que me vou agarrando todos os dias para me dar ânimo e alento. Vou sabendo esperar. Mas neste acumular de dias, semanas e meses sempre iguais, sem escape, vou procurando o prazer na única coisa que me está à mão: a comida...

#DESTRALHAR



Quando era miúda era um santinho acumuladora. Não sei se tem a ver com a fase da adolescência, mas lembro de guardar caixas com bilhetes de cinema, de concertos, pedras onde apontava a data e o sítio onde as apanhava, etc, etc... Não me lembro bem quando a mudança aconteceu, mas hoje sou o oposto, sou daquelas que guarda muito pouco e quanto menos melhor. Gosto de acumular memórias, muito mais dos que coisas materiais. Não sou mesmo nada apegada às coisa, de tal forma que, por minha iniciativa, não guardaria pulseiras de hospital, cordões umbilicais, primeiras cortes de cabelo, dentes... O J é que quis guardar algumas destas coisas.
Claro que há uma coisa ou outra que, pelo menos durante algum tempo, me custa desfazer-me. Ficamos agarrados às memórias. Com a primeira roupa da Clara, a do Vicente (que era minha)... Tirando isso, e até porque gosto de mudar com frequência, o que deixamos de usar, deixa de servir ou deixamos de gostar, devemos nos desfazer. Abrir espaço para o novo!

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Quando uma queda se transforma numa otite...



Esta foto foi tirada ontem de manhã, depois de deixar o Vicente na escola. 
Hoje esteve mais sol, mas não saí de casa... Tivemos uma noite daquelas!
Ontem, quando os dois acordaram, senti-os um pouco mais quentes do que o habitual, mas não era febre. Ao pequeno almoço dei-lhe queijo (não costumo dar, mas ele adora!) e estranhei não comer tudo... Mas estava bem disposto! Fomos para a escola, ainda estive um pouquinho com ele a brincar e ficou bem. Alertei a C (educadora), porque parecia que estava a adivinhar qualquer coisa. Eram 11h e pouco quando a C me liga. Acho que nem deixei tocar e atendi logo a perguntar se estava com febre... A resposta foi um não, mas pelo tom, percebi que havia acontecido alguma coisa... Tinha caído, bateu com a cabeça e tinha um grande galo....