terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Resultado passatempo Cartões primeiro ano



Obrigada pela vossa participação!
Sem mais demoras, a vencedora é...

Dentes - dicas



Os nossos dentes são uma parte ultra importante do nosso corpo, 
à qual devemos dar muita atenção e cuidar bem. 
Afinal, o nosso sorriso é o nosso cartão de visitas!

Deixo-vos aqui duas dicas importantes para que possam cuidar bem dos vossos.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Passatempo Medicina Tradicional Chinesa



De uma forma francamente simplista, a medicina tradicional chinesa defende que nós somos energia para além do corpo físico e encara a doença como um desequilíbrio energético. Daí ser importante reequilibrá-lá. Há diversas técnicas dentro da medicina tradicional chinesa e eu não sou, de todo, uma especialista. Mas comecei a conhecer alguma coisa através do Nuno (de quem já vos falei aqui). Já o conhecia como massagista e fisioterapeuta e, quando grávida da Clara, tinha imensas dores nas costas (como também já vos contei aqui) e uma dor paralisante no ombro esquerdo, que já não conseguia tratar ou mesmo aliviar.
Procurei-o nessa altura e fiquei a saber que se tinha especializado em
MTC . Fez-me uma consulta e expliquei todo o meu histórico e aquilo que pretendia tratar (dores nas costas e sinusite - eram as minhas queixas na altura). O Nuno fez uma avaliação e disse-me o
que me recomendava: acumpuntura, fisioterapia e fitoterapia (medicamento natural através das plantas). Fiz o que me indicou e, de facto, melhorei bastante! 
A partir daí, lá vou quando preciso e tratar aquilo de que me queixo na altura. Sou daquelas pacientes péssimas, que devia ir mais vezes e que não devia desleixar-me com a toma da fitoterapia...
Mas a verdade é que, mesmo tão incumpridira, de forma natural, tenho cuidado de mim e isso é fantástico!

sábado, 13 de janeiro de 2018

Como lidar com os "terrible two"?



Começaram as birras, os "nãos",
os desafiar, os contrariar e, o pior, o bater na mana...

Sim, estamos em plena fase "terrible two"!

E como temos lidado com esta fase?

Ora, primeiramente, sabemos que é uma fase perfeitamente natural no desenvolvimento da criança. Ele está a aprender a lidar com os limites, as regras, as imposições e a lidar com a frustração de não ter aquilo que quer ou quando quer. Não há nada a fazer para contrariar isso ou para evitar esta fase, mas temos de saber lidar com ela, certo?



sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Mãe de menina




Tão, mas tão apaixonada por esta bebé! 
E por ser mãe de menina. Pelo encantado mundo cor de rosa. 
Pelo doce e carinhosa que ela é. Mas também pelo feitio forte, pelo mau feitio (às vezes). Pelo riso fácil. Também pelo choro exagerado e descontrolado (“mesmo à menina”). Pela alegria quando brinca com os carrinhos do mano, mas pelo delirante que ficou a primeira vez que lhe deram uma boneca... 

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Amamentação sem fundamentalismos



Como já perceberam pelas minhas publicações, sou acérrima defensora da amamentação! 
Tem um milhão de vantagens e, na maioria delas, para o bebé (quem acho que deve ser prioridade na equação mãe/bebé. Acho, mesmo, que como mães, se necessário, devemos fazer sacrifícios pelos nossos filhos, afinal, fomos nós que os trouxemos ao mundo. Somos responsáveis por eles (a todos os níveis) e não o contrário. Mas tudo tem um limite e esse limite é quando a mãe entende que, pesando na balança, o lado positivo para o bebé é menos pesado do que o desconforto, dor ou qualquer outro motivo do que o eventual lado negativo para a mãe. E nisto, como em tudo, é variável de mãe para mãe, de mulher para mulher, de pessoa para pessoa. Desde que seja uma decisão ponderada, informada e que se assuma a posição com consciência, não temos de opinar, tentar demover e, menos ainda, criticar, marginalizar ou recriminar.

Não acredito que, mesmo que pelas razões que nos pareçam mais fúteis, uma mãe decida não amamentar de ânimo leve, sem se recriminar ou julgar a si própria, a dado momento. Acho que não precisa de mais ninguém a fazê-lo!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

MÃE por cesariana



Sempre achei que iria fazer cesarianas. A minha mãe teve 4, nenhuma delas por opção própria e, nessas coisas, mesmo que não seja regra, a probabilidade da genética se repetir é grande. Também sempre preferi que assim fosse; tinha medo do parto... Mas também sempre disse que sabia que o melhor era o parto natural e que, por opção minha, nunca escolheria cesariana.
Entretanto engravidei e chegou o momento de pensar a sério no assunto. E aí a minha opinião mudou completamente! Como sabem, tive de fazer uma interrupção médica da gravidez, na minha primeira gravidez e, apesar de não ter de fazer dilatação (estava grávida de 15 semanas), tive de fazer um parto. Na segunda gravidez, tive um aborto retido e tive de deixar que o meu corpo fizesse todo o trabalho de expulsão naturalmente. 
Na gravidez do Vicente, fiz as aulas de preparação pré parto, fiz algumas aulas de ioga e preparei-me física e emocionalmente para o parto natural (e idílico) com o qual tanto sonhava...  Sabia todos os passos, o processo, aquilo que queria, o que podia e devia fazer. Sonhava que me rebentariam as águas, que me prepararia com alguma calma e que iria para o hospital já em trabalho de parto. Idealizei e sonhei com todo esse processo a gravidez inteira. Conversava com o Vicente e até ponderava um parto sem epidural...